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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Alienação parental: ela pode ser substituída!

Dizem que eu sou um tipo meio estranho.

Um tipo meio raro na verdade.

Só porque eu chorei de emoção e gratidão quando vi minha filha agarrada à madrasta dela numa entrega de amigo secreto. e também por que nós trocamos ideias, e ainda por cima maquiagens quando tem festa de família.

Também acham esquisito eu abraçar apertado e pegar no colo o irmão dos meus filhos, nascido do segundo casamento do pai deles. E ainda por cima passarmos Natais juntos.

Esquisito é alienar um ser que está formando sua identidade social, isso sim.

Aproveitando minha esquisitice e me inspirando nas frases que eu mesma digo, resolvi fazer uma tabela de substituições (Tipo Preta Gil, sabe?):


Acho digno e útil.

Já parou para pensar em qual lado da tabela tu mais te refere quando fala com teus filhos, ou com o pai/a mãe deles? Já parou pra pensar que pai/mãe não tem absolutamente nada a ver com marido/mulher? E que se o casamento acabou, virar pai/mãe faz de ti parte de uma equipe vitalícia na criação de outros seres humanos?

E principalmente: que a alienação parental é crime e não está presente apenas na proibição de visitas, mas na influencia em destratar, desrespeitar, diminuir ou humilhar o pai ou a mãe que não mora com o filho? E o pior: não é só porque é crime que deve ser repensada. Já pensou o que se passa na cabeça dest@ filh@?

E agora, quem é o estranho?






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